A mão estendida

No centro da cidade
Sob as estrelas tomam abrigo
Ovelhas perdidas da sociedade
Esperando visita dos “sem-umbigo”.

No limiar da condição humana
Não há lugar para alegrias
Tanto faz o dia da semana
Todos os dias são dias.

São tantos, tantos que são mal amados
Que anseiam por alguns tostões.
Rejeitados, fugitivos e abandonados
Desiludem-se no meio das ilusões.

Mais que o alimento nutricional
que faz falta a toda esta GENTE
Falta-lhes o apoio espiritual
Porque a chave de tudo é a mente.

Quem és, quem eras e quem serás?
Que procuras, que desejas e o que possuis?
Que te deram, a quem deste e a quem darás?

Marco Oliveira

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